
Claro! Foi feriado em SP. No exterior as Bolsas americanas tiveram um dia de leves altas. POde ser a visita da saúde, ou, quem sabe novo ânimo dos torcedores de alta.
Os gráficos mostram:
Dow Jones - Leve alta com volume menor que ontem, Está em área de sobrevendido querendo subir;
S&P500 - Idem Dow Jones;
PETRÓLEO - Idem, idem.
PETROBRÁS - Fez Ombro-Cabeça-Ombro e rompeu a Linha do pescoço. Está fazendo um movimento de Pull Back que pode desmanchar a figura de terror. Pode dar compra amanhã ou segunda feira.
A situação está confusa pois começam a surgir os balanços semestrais. Vamos ver como os touros reagem.
Aos alunos que estiveram no curso de sábado, em SP, informo que a lista de nomes já foi enviada à APLIGRAF para ser expedido o convite de teste para uso gratuito do software gráfico daquela empresa. Aguardem que em breve já estarão usando o Trading System ensinado.
Em dia de volatilidade, o mercado acionário brasileiro fechou a quarta-feira (8) no vermelho pela quinta sessão consecutiva.
O Ibovespa registrou baixa de 0,56%, aos 49.177 pontos.
Os negócios do pregão, véspera de feriado em São Paulo que interrompe os negócios da Bovespa na quinta-feira, movimentaram R$ 4,86 bilhões.
Depois de terem passado a maior parte do dia com perdas, os principais índices de Wall Street anularam a desvalorização.
O Tesouro dos Estados Unidos anunciou minutos antes do fim do pregão em Nova York a compra de até US$ 40 bilhões de ativos tóxicos no mercado.
Na bolsa paulista, ações de bancos e da Petrobras foram as que mais pesaram sobre o Ibovespa.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve mais um dia negativo nesta terça-feira (7), voltando a perder o "patamar psicológico" de 50 mil pontos depois de quase um mês. No dia, o índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, caiu 2,29%, terminando aos 49.456 pontos.
As "blue chips" puxaram o resultado negativo. O desânimo do mercado de matérias-primas colocou dois papéis da mineradora Vale entre os cinco de maior desvalorização no Ibovespa, ambos com perdas de mais de 5% no dia. As ações PN da Petrobras também tiveram forte queda, com baixa de mais de 2%.
Entre outros grandes grupos, a Bradespar, controladora do banco Bradesco, também teve forte queda, recuando 5,6%. Outra empresa do setor financeiro, a Redecard, também teve forte desvalorização, também com perda de mais de 5,5%.
Governo dos EUA
O dia foi marcado pelas declarações de Laura Tyson, conselheira do presidente Barack Obama, sobre a possibilidade de o governo norte-americano considerar um novo plano econômico, concentrado principalmente em infraestrutura, o que realçou as preocupações sobre o ritmo de recuperação econômica do país.
"A questão é quanto vai custar um novo pacote fiscal para o governo norte-americano. Com certeza vai ter um custo muito alto e não é a solução para o problema", ponderou Luiz Roberto Monteiro, assessor de investimentos da Souza Barros Corretora.
Monteiro destacou que o temor de investidores de que a recuperação da economia será lenta tem provocado uma realização de lucro nas bolsas de valores. "A bolsa brasileira subiu muito nos últimos meses, mas o patamar de 55 mil pontos do Ibovespa não era sustentável. Acredito que o índice deva recuar para patamar entre 47 mil e 51 mil pontos", ressaltou.
Outros pregões
Nos Estados Unidos, os principais índices da bolsa de Nova York também fecharam em baixa. O indicador Dow Jones, referência para Wall Street, recuou 1,94%. O termômetro de tecnologia Nasdaq apresentou baixa de 2,31%. O índice Standard & Poor's 500, que reúne grandes empresas dos EUA, caiu 1,97%.
O índice FTSEurofirst 300, referência das principais bolsas europeias, caiu 0,79%, a 826 pontos. Em Londres, a queda foi de 0,19%; em Frankfurt, a baixa foi de 1,15%; em Paris, o recuo foi de 1,09%. Mas o indicador, que despencou 45% em 2008, ainda acumula alta de 28% desde que atingiu a mínima recorde no começo de março.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou em leve queda um dia em que o nervosismo predominou no mercado brasileiro. No fim do dia, o índice Ibovespa - referência para o mercado nacional - teve baixa de 0,61%, terminando aos 50.622 pontos.
Durante a manhã, o índice chegou a cair 2,3%, ficando bem abaixo da "marca psicológica" de 50 mil pontos, que o Ibovespa não perdia desde meados de junho. O volume de negócios voltou a ser reduzido, ficando em R$ 3,9 bilhões, abaixo da média das últimas semanas.
Perto do fechamento do mercado, a agência de risco de crédito Moody's informou que analisa um possível aumento da nota da dívida brasileira, atualmente em "Ba1" (um nível abaixo do chamado "grau de investimento"). A revisão, segundo comunicado, leva em conta a força que a economia nacional mostrou diante da crise econômica.
Segundo o diretor da Indusval Corretora, José Costa Gonçalves, os investidores estão mais cautelosos à espera da temporada de balanços do segundo trimestre, que segundo ele "não devem vir tão bons".
Ações
Em destaque, a ação preferencial da Petrobras cedeu 2,2%, para R$ 30,04, depois que o barril do petróleo despencou mais de 4%. A preferencial da Vale perdeu 1,8%, a R$ 29,38, arrastando consigo o setor siderúrgico.
Na ponta positiva do índice apareceram em destaque ações de empresas de alimentos e de companhias aéreas. JBS cresceu 4,7%, para R$ 7,19. Gol teve alta de 2,8%, a R$ 11,28, depois de a operadora ter informado pela manhã que a taxa de ocupação de seus voos subiu de maio para junho.
Outros mercados
As bolsas norte-americanas fecharam sem direção definida, mas acima das mínimas do meio do dia, influenciando o resultado final da Bovespa. No fim do pregão, o índice Dow Jones, referência para Wall Street, teve ganho de 0,53%, para 8.324 pontos, enquanto o indicador de tecnologia Nasdaq caiu 0,51%, para 1.787 pontos.
As bolsas de valores da Europa encerraram em queda pela terceira sessão consecutiva. O índice FTSEurofirst 300, referência das principais praças da região, caiu 1,13%, para 833 pontos.
Na Ásia, a segunda-feira terminou sem direção única.
(Com informações da Reuters e do Valor OnLine)
Eu achava que as Bolsas poderiam caminhar mais um pouco. Aceditava que não seria um rally longo, pois há fortes resistências nos gráficos do IBOVESPA e nos índices americanos. Notícias ruins tiraram o ânimo dos investidores e os ursos saíram da floresta afugentando os touros. Sinais de venda por todo lado inclusive em Petro e no Petróleo. A hora agora é dos vendidos. Temeroso? Venda metade da carteira. Nunca se sabe o que vem pela frente.
IBOVESPA pode estar formando figura forte de baixa, Olho vivo.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em baixa nesta quinta-feira (2), seguindo o comportamento do mercado financeiro no resto do mundo, em um dia marcado por dados negativos nos EUA e na Europa.
O índice Ibovespa, referência para o mercado nacional, teve desvalorização de 1,01%, terminando o dia aos 51.024 pontos. O volume financeiro negociado ficou pouco acima de R$ 4 bilhões, abaixo da média das últimas semanas.
Entre os ativos de maior peso na carteira do Ibovespa, Petrobras PN caiu 1,76%, para R$ 31,24; Vale PNA recuou 0,23%, a R$ 30,05; Itaú Unibanco PN perdeu 0,22%, para R$ 31,04; BM&F Bovespa ON diminuiu 2,94%, cotada a R$ 11,55; e Bradesco PN teve desvalorização de 1,66%, a R$ 28,40.
"Os dados negativos derrubaram os preços das commodities e abriram espaço para uma realização (embolso) de lucro, com a queda generalizada das ações na bolsa brasileira", disse o analista da SLW Corretora, Pedro Galdi.
De acordo com Galdi, muitos investidores anteciparam suas apostas na véspera do feriado de comemoração do Dia da Independência nos Estados Unidos.
Dados sobre os EUA
De acordo com o Departamento de Trabalho, foram fechadas 467 mil vagas no mês passado, bem acima do esperado. Já a taxa de desemprego subiu de 9,4% para 9,5%, menos do que os 9,6% estimados.
Também foi divulgado que o número de americanos que foi em busca de seguro-desemprego na semana passada caiu em 16 mil, para 614 mil. A quinta-feira marcou o último pregão da semana em Wall Street. Em razão de um feriado, não haverá negócios na sexta-feira.
Europa
Na Europa, a taxa de desempenho na zona do euro subiu de 9,3% em abril para 9,5% em maio, sendo um dos fatores que contribuiu para a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de manter a taxa básica de juros da região em 1% ao ano.
A queda do petróleo prejudica o desempenho dos principais indicadores, que operam com perdas. Ainda na região, a Irlanda perdeu a classificação "AAA", a maior da escala dada pela Moody's.
Outros pregões
Wall Street fechou o dia em baixa. Oíndice Dow Jones, referência para o mercado de Nova York, teve queda de 2,63%, fechando aos 8.280 pontos. O indicador de ações de tecnologia Nasdaq perdeu 2,67%, para 1.796 pontos. O Standard & Poor's 500, que reúne grandes empresas americanas, teve baixa de 2,83%%, aos 897 pontos.
As bolsas europeias fecharam em baixa. O índice FTSEurofirst 300, referência das principais ações europeias, recuou 2,62%, para 843 pontos. Entre os principais mercados, Frankfurt teve o pior resultado do dia, com queda de quase 4%. O indicador ainda acumula alta de 30% frente à mínima histórica em 9 de março.
Na Ásia, a quinta-feira acabou com perdas nos principais mercados. Tóquio e Seul recuaram 0,64% e 0,01%, respectivamente. Já Hong Kong cedeu 1,09%. Destoando, Xangai ganhou 1,73%.
(Com informações da Reuters e do Valor OnLine)
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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em leve alta nesta quarta-feira (1º), pregão de abertura do segundo semestre de 2009. No fim do pregão, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, marcou ganho de 0,15%, para 51.543 pontos.
No fim da manhã, o indicador chegou a subir mais de 1,7%, de carona na animação das bolsas internacionais no dia. Durante a tarde, o Ibovespa reduziu os ganhos, seguindo de perto as bolsas norte-americanas. No fim do dia, o volume de dinheiro negociado na Bovespa ficou em R$ 5,57 bilhões.
Dados dos EUA
O mercado reage a dados dos Estados Unidos. Foi divulgado nesta quarta que o setor privado norte-americano cortou 473 mil postos de trabalho em junho, segundo dados da pesquisa ADP National Employment Report. O resultado ficou um pouco acima da expectativa dos economistas, de corte de 400 mil empregos.
Os gastos com construção nos Estados Unidos caíram 0,9% em maio ante abril, para uma taxa anual sazonalmente ajustada de US$ 964,05 bilhões, informou o Departamento de Comércio do país nesta quarta-feira. Foi a quinta queda em seis meses.
O índice de atividade industrial nos Estados Unidos do Instituto para Gestão de Oferta (ISM) subiu para 44,8 em junho, de 42,8 em maio, em linha com as previsões de economistas.
Outros pregões
Todos os principais índices dos EUA iniciaram o segundo semestre em alta. O índice Dow Jones, referência para Wall Street, teve alta de 0,68% nesta quarta-feira, enquanto o indicador de ações eletrônicas Nasdaq registrou desvalorização de 0,40%. O índice Standard & Poor's teve alta de 0,43%.
O índice FTSEurofirst 300, referência das principais bolsas europeias, subiu 1,65%, para 864 pontos, após ter caído 1,1% no último dia do segundo trimestre. Todos os três maiores mercados da Europa - Paris, Frankfurt e Londres - tiveram valorização superior a 2% no dia.
(Com informações da Reuters e do Valor OnLine)
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A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em baixa de 1,29%, aos 51.465 pontos, afetada por dados desanimadores sobre a economia norte-americana. Com isso, o mercado brasileiro teve desvalorização mensal em junho, depois de subir em março, abril e maio.
Em junho, a baixa do índice Ibovespa - referência para o mercado acionário do Brasil - teve queda de 3,25% em relação aos 53.197 pontos do fechamento do mês de maio. No semestre, porém, a alta foi de 37,05% em relação aos 37.550 pontos registrados no último pregão de 2008.
Dados dos EUA
A piora na negociação no dia veio na esteira da divulgação de indicadores negativos sobre a economia dos Estados Unidos. A confiança do consumidor recuou na passagem de maio para junho, com os norte-americanos avaliando menos favoravelmente as condições de negócios e do emprego.
No mercado imobiliário, justamente onde a crise econômica foi iniciada, os dados sobre preços de casas no país também vieram negativos, mostrando uma queda de 18,1% em maio frente ao mesmo mês do ano anterior.
(Com informações da Reuters e do Valor OnLine)
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