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8 comentários:
Tenho grande interesse em obter maiores detalhes a respeito do curso. existe previsão para São Paulo?
Att,
Sergio
Professor, a pergunta que não quer calar: Qual é o fundo do poço?
Sergio acho que já respondi por e-mail sua pergunta.
Marcos eu tenho alguns cálculos mas são meras especulações.
Acho que o fundo vai aparecer na semana que vem. Fique frio.
NOSSA!! Alguma coisa ta errada, o que injetaram de recursos não era pra estar desse jeito, hoje quebrou o suporte dos 47.000 pontos. Algo esta errado. Socorro!!!
conrado
Não é turbulência, é crise!
O representante do Brasil no FMI, Paulo Nogueira Batista Júnior, advertiu que o problema nos mercados financeiros internacionais se constitui numa nova crise externa e não em mera turbulência, como têm tentado minimizar alguns analistas:
"O problema não está mais limitado às hipotecas, mas se espalhando por outros setores e gerando dificuldades para instituições financeiras grandes", salientou.
Reforçando a posição de Batista Jr, a Fitch reduziu o rating da Nestle e decretou o fim da era do investimento pleno - cotação mais positiva usada pelas agências de risco - para as corporações.
Segundo Batista Jr., um risco importante é a eventual atuação atrasada dos bancos centrais, como ocorreu no Japão nos anos 80 e levou o país a longa recessão. Mas avalia que os BCs estão agindo corretamente ao garantir liquidez ao mercado.
Ele afirmou que a vulnerabilidade principal da economia brasileira é a estrutura da dívida pública, de curto prazo e com muita liquidez: "Em um momento de saída de capital, os investidores trocariam facilmente títulos públicos por dólar, o que traria pressão enorme sobre o câmbio levando ao uso das reservas internacionais em uma situação semelhante à de 2002", disse, defendendo um esquema regional de acumulação e compartilhamento de reservas (FMIs regionais).
Já o economista Dércio Garcia Munhoz, da Universidade de Brasília (UnB), frisa que a crise torna evidente que os BCs foram feitos para regular e não agir passivamente, como no Brasil: "No que importa, o BC brasileiro se omite, mas age no que interessa ao capital especulativo: tabela juros sobre títulos públicos e deixa o câmbio livre", critica.
Para Munhoz, também é absurdo que, apesar do superávit comercial, o governo estimule a entrada de dólares especulativos com isenção de impostos e juros altos.
Já Adriano Benayon, economista da UnB, pondera que a subida do dólar, em contraste com o que acontece no resto do mundo, mostra que a vulnerabilidade externa do país continua grande.
Mestre, só sobrou a cueca!!
Perdi até o dinheiro que iria aplicar no seu grande curso!!
Buááááá!!!
Mestre, impress�o minha ou quando o Bovespa bateu hoje menos de -8% formou uma figura forte de revers�o?? Acredito esse ter sido o fundo do po�o...
conrado
E agora Mestre?
Chegamos no fundo? Será que agora tem uma subida?
Qual a sua opinião?
Abraços!!
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