domingo, fevereiro 05, 2006

BOVESPA em queda



A BOVESPA continuou em processo de queda em virtude da realização de lucros e seguindo os mercados americanos.
Chegou a cair 2,06% mas no final se recuperou fechando em 37.352 pontos com alta de +0,13% nada excepcional.
Há uma projeção de queda para 35.500 pontos. O Dow Jones fechou bem fraco e está num processo de queda, em uma figura de um triângulo que irá definir em uns três dias seu rumo; se cai mais ou se volta um pouco. A hora é de reflexão e estudo. Para isso estarei realizando meu curso "Mercado de Ações sem segredo", um sucesso entre os alunos e agora turbinado com a Matemática do Mercado. Peça maiores informações escreva para hsantos01@yahoo.com.br ou veja o prgarama abaixo.
Sucesso

O Dow Jones está com jeito de queda. Sinais:
Indicação de venda no Stochastic e no MACD;
Possibilidade de perda do suporte em 10.700 pontos o que pode fazer o índice cair até 10.400 pontos, inicialmente.

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

Curso MERCADO DE AÇÕES SEM SEGREDO

Presado leitor deste blog

Quero informar que meu próximo curso será no Rio, no dia 18-02 chamado de “Mercado de Ações sem Segredo”.

Minha sugestão é que você faça o que for possível para assistir ao curso; é simplesmente imperdível.

Como as vagas são limitadas, e caso você esteja interessado, peço que confirme sua presença o mais breve possível. As inscrições se encerram no dia 10 de fevereiro. Venha aprender a ter sucesso no melhor investimento de 2006.

Um grande abraço e grato pela atenção.

Humberto

Curso mercado de ações sem segredo

Agora turbinado com

trading system eficiente

A matemática do mercado

Agora sua chance de operar na Bolsa com sucesso. O curso de sucesso “Mercado de Ações sem segredo” tem ajudado centenas de pessoas a investirem em Bolsa de maneira eficiente. O curso foi agora turbinado com mais duas ferramentas:

UM TRADING SYSTEM EFICIENTE

MAIS A MATEMÁTICA DOS MERCADOS.

A oportunidade de aprender em um dia, a responder às três perguntas mais importantes para obter ganhos em Bolsa de Valores:

O quê comprar? Quando comprar? Quando vender?

Veja abaixo o programa dos dois cursos e depoimentos de quem já participou desta maratona de sucesso.

1 – Trading System eficiente

O quê é um Trading System?

· Um olhar para o mercado através de quatro janelas distintas que ajudam a investir com mais certeza e segurança; um gráfico confirmando outro ou antecipando reversões de tendência.

· Composto de quatro gráficos simples, de fácil entendimento e de grande eficácia:

· 1) Gráfico de linha (Tendência dos ativos, níveis de suporte e de resistência, pontos de compra e de venda);

· 2) Gráfico de duas médias móveis (Tendência dos ativos + Pontos de compra/venda + Suporte e Resistência);

· 3) Gráfico Estocástico (Indicando exaustão de alta ou de baixa, áreas de risco, níveis de compra e de venda).

· 4) Gráfico Ponto & Figura (indica pontos de compra, de venda, suportes, resistência e objetivos para os preços);


2 - A MATEMÁTICA DO MERCADO

Como utilizar cálculos matemáticos para ter sucesso no investimento em ações? Existe uma gama enorme de fórmulas matemáticas que auxiliam no processo decisório. Neste curso, serão mostradas as seguintes fórmulas:

1) Sete fórmulas para se projetar preços nos mercados de alta e nos de baixa;

2) Fórmulas para se calcular 3 níveis de Suporte e 3 níveis de resistência aos preços;

3) Fórmulas para se operar na abertura dos mercados visando operações de Day Trading;

4) Fórmulas para se saber se o dia seguinte é mais propício à compra ou à venda;

5) Fórmulas de variação dos preços usando os preços de abertura do dia;

6) Fórmulas para estabelecer novos topos e fundos importantes que geram reversão das tendências;

7) Números de Fibonacci:

Cálculo de retração dos preços;

Cálculo da expansão dos preços;

Cálculo da projeção de preços objetivos;

Cálculo para determinar o próximo topo ou fundo de um ativo (cálculo de tempo/ciclo).

E mais!!!

Como prever os preços, máximos e mínimos, das ações, para o dia seguinte;

  • Como limitar as perdas quando o mercado se volta contra você: as ordens “Stop” por meio de diversos métodos.
  • Técnicas de gerenciamento do dinheiro.
  • Comportamento psicológico para o sucesso
  • Estes e outros tópicos em uma linguagem clara e objetiva.

E mais !!!

Programa de educação continuada à distância. Através da Internet, as lições continuam a ser ministradas num processo de educação continuada à distância, para um aperfeiçoamento constante do aluno. Inédito no Brasil.

O aluno pode se inscrever em um E-group fechado, só para ex-alunos do Professor Humberto Santos, onde terá contatos permanentes com o professor e com ex-alunos, tirando qualquer dúvida e continuando a aprender através de e-mails e de reuniões mensais. Inédito no Brasil!

E mais!!!

Links para cursos on-line gratuitos sobre Ponto&Figura, Trading Systems, Fibonacci e outros assuntos de correlatos;

Links de softwares gratuitos para ajudar nas suas análises.

Bibliografia selecionada para o aperfeiçoamento do aluno.

O quê é oferecido no decorrer do curso:

  • Aula com apresentação dinâmica, de aprendizado prático, com orientação personalizada ao aluno dada pelo instrutor;
  • Apresentação em Power Point;
  • Material de apoio total para prática em aula; não traga nada de casa;
  • Apostila com toda a teoria necessária;
  • Educação continuada à distância via Internet. O aprendizado não pára com o término do curso.

3 - Informações gerais

Informações sobre a realização do curso no Rio de Janeiro

1 – Data: 18/02/2006;

2 – Horário: das 8:30h às 18h;

3 – Local: BQ Escritórios Virtuais - Rua São José 40, 9º andar – Centro (em frente ao Terminal Menezes Côrtes, perto do Metrô Carioca – segurança total)

4 - Investimento - R$400,00* à vista mediante depósito até o dia 10/02 em nome de:

Humberto dos Santos

Banco do Brasil

Agência: 2810-X

C/C: 11.191-0

Estudantes (comprovados) pagam R$350,00; ex-alunos somente R$300,00

  • Indique um amigo e ganhe um bônus de R$50,00.

5 - Confirmação da inscrição

Após o depósito, informar por e-mail ou fax a data e a agência do Banco o Brasil onde foi feito o depósito. Levar comprovante no dia do curso.

Vagas limitadas.

Inscrições e informações adicionais:

e-mail: hsantos01@yahoo.com.br

4 – depoimentos de quem fez o curso

1. Olá professor Humberto.

Tudo bem?

Estou usando Ponto&figura como me ensinou, está sendo ótimo.

Um grande abraço.

Heid – Aluna de São Paulo


2.
"O Ponto&figura me dá capacidade de filtrar os ruídos do mercado, traçar os principais suportes e resistências e me diz claramente quando devo comprar e vender meus ativos. É impressionantemente fácil de aprender e tem tudo que eu preciso para acompanhar o mercado com segurança. Provavelmente por isso esse método de análise técnica é tão utilizado nos EUA. Acho que todo o investidor deveria aprender a utilizá-lo”.

Paulo Renato - RJ

3. A princípio eu não sabia investir e perdia mais do que ganhava. Ao fazer este curso com o Professor Humberto Santos de análise técnica do gráfico Ponto&figura, percebi que havia uma maneira mais lógica de saber quando comprar, quando vender ações, maximizando meus lucros. Eu recomendo.

Antonio – RJ

4. Muito bom dia, caro professor Humberto.

Gostaria de cumprimentá-lo e agradecer pelo curso, onde pudemos obter uma grande gama de informações e técnicas extremamente úteis e de longa experiência no mercado de ações.

Muito obrigado, abraço.

Luiz Alberto. RJ

5. O curso ministrado de P&F pelo prof. Humberto foi uma excelente porta de entrada pela sua simplicidade e aplicabilidade, pois mesmo depois de conhecer outras técnicas, continuo utilizando a ferramenta como complemento e confirmação das operações. Conceitos como resistência, suporte, pontos de entrada e saída do mercado , dicas semanais, bibliografias e desenvolvimento continuado através de e-books, reuniões periódicas e da participação do e-group, fizeram deste curso um excelente investimento.

Eduardo

5 - Instrutor – Humberto Santos, economista pós-graduado em Finanças pela FGV/RJ, com curso de especialização em mercados de risco nos Estados Unidos. Foi professor de Análise Técnica na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro - BVRJ, Bolsa de Valores de São Paulo - BOVESPA, Bolsa de Mercadorias e Futuros - BM&F, Banco Central do Brasil – BCB. Atualmente professor da Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro – ANDIMA, Comissão Nacional de Bolsas – CNB, Associação dos Bancos do Estado do Rio de Janeiro - ABERJ e APIMEC RJ.


Articulista dos sites:

www.stockpicker.com.br

www.acionista.com.br

www.projecao.com.br

www.odiaonline.com.br

www.mercadoseacao.blogspot.com

www.bolsahoje.blogspot.com

Palestrante na EXPOTRADER 2005 e EXPOMONEY SP 2005.


Mercado de Ações sem segredo!

Faça o curso e comprove.

10 motivos para a queda da Bolsa.

Bovespa é vulnerável, aponta Merrill Lynch

Di Informe Econômico do JB

Análises gráficas do mercado financeiro podem ser eficientes em determinados casos, mas inspiram menos confiança do que muitos horóscopos. Mesmo assim, custa nada conferir as projeções dos analistas que tentam mapear tendências na bolsa. E os profetas de plantão vêem margem para correção nos preços de ativos ao longo das próximas semanas, visto que a curva real dos índices está acima das projetadas.

O tombo da Bovespa, ontem, pode ser o início desse processo, embora a forte participação de pessoas físicas e a crescente presença estrangeira sirvam de colchão para amortecer quedas. Mas o rali é internacional, amplificado pelo excesso de liquidez, e seu fim pode (e deve) ter a mesma origem. Michael Hartnett, estrategista de renda variável da Merrill Lynch para mercados emergentes, acredita que há dez motivos para uma queda de 10% ainda este mês (confira a lista abaixo). E cita Brasil, Rússia, Turquia, Egito e Paquistão como os mais vulneráveis.

Os investidores andam tão intrépidos, aponta Hartnett, que os títulos da dívida do Iraque (!) com vencimento em 20 anos tiveram spread reduzido em 0,5 ponto percentual em apenas uma semana, nivelando-se aos papéis de empresas como a combalida General Motors. É o samba do marine doido.

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Objetivo da queda


A BOVESPA tem alguns dias de queda pela frente pois os mercados americanos sinalizaram queda. O IBOVESPA poderá vir até 35.750 pontos de acordo com os analistas do site Stockcharts.com.
A hora é de sangue frio, fazer algumas vendas e não comprar nada até a situação ficar mais clara.
Vejam que no gráfico Ponto&Figura houve um sinal de venda pela perda do suporte.

Mercado perdeu o rumo


Da mesma maneira como o mercado americano puxou a BOVESPA ontem, hoje foi o causador da queda de -3,07%, fechando em 37.304 pontos. O IBOVESPA formou uma figura de reversão (ver gráfico) e amanhã poderemos ter uma idéia do estrago. A hora é de cautela, sem apavoramento. Olho vivo.

Gráfico BOVESPA


Subindo de novo

O mercado de ações tornou a surpreender; depois de operar quase o dia todo em baixa reverteu a tendência fechando com +0,27% de alta em 38.485 pontos. Foi ajudado pelas bolsas americanas que fecharam em forte alta. Parece que o Dow Jones vai ultrapassar seu topo histórico. Se isso acontecer teremos uma forte alta por lá que vai se refletir por aqui. Continua entrando dinheiro de fora. É bom lembrar que é hot money, ou seja, pode sair a qualquer momento.

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Mãos atadas

Por André Soliani

A atuação do Banco Central no mercado de câmbio desde meados de novembro revela que a equipe econômica deixou o país sem instrumentos para controlar minimamente a taxa de câmbio. No dia 18 de novembro, o BC passou a intervir com mais força no dólar, depois de a cotação ter ficado por cerca de uma semana abaixo de R$ 2,20. Naquele dia, a cotação fechou em R$ 2,22. Pois bem, 74 dias e US$ 6,8 bilhões (não inclui as compras no mercado à vista) depois, o dólar fechou cotado a R$ 2,215. Apenas em janeiro, a moeda dos EUA se desvalorizou 4,69%.

A verdade é que a intenção do Banco Central nestes dois últimos meses, valorizar ou não o dólar, pouco importou. O que determinou a trajetória da cotação foi a elevada liquidez internacional que encontra no Brasil a mais generosa remuneração do planeta. Entre agosto e janeiro deste ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu os juros nominais de 19,5% para 17,25%. Como a inflação brasileira caiu, em termos reais, o corte foi bem menor, e o país continua a oferecer taxas reais de mais de 12% ao ano, algo que nenhum país minimamente civilizado pratica. A Turquia, que sempre está entre os primeiros colocados no ranking de campeões de juros, paga ao investidor 5,7% ao ano.

A consultoria Tendências, que avaliza a estratégia do BC, afirma que o real deve continuar a se valorizar por conta do diferencial de juros. Até o fim do ano, o mercado espera que o Brasil ainda esteja pagando juros reais acima de 10%, mais do que suficiente para convencer os investidores a colocar dinheiro aqui.

O interesse do Banco Central de valorizar o real também cresceu com a recente retomada da inflação medida pelos Índices Gerais de Preços (IGPs). Desde que o dólar bateu em R$ 2,38, em meados de dezembro, a equipe econômica reduziu o volume de recursos usados para intervir no mercado. Além de não ter instrumentos eficazes para apreciar o dólar, a verdade é que o BC não tem nenhuma preocupação com o setor produtivo. A única justificativa para a existência da política econômica é o controle da inflação.

Não adianta a equipe econômica dizer que os recordes de exportação mostram que o câmbio não é importante para o setor produtivo. O lucro da Suzano Celulose teve queda de 17,3% entre 2004 e 2005. A companhia responsabiliza o real valorizado por parte da piora no desempenho. Dados da CNI mostram que quase 900 empresas deixaram de vender para o exterior em 2005. As exportações recorde são resultado do crescimento da demanda mundial e dos preços em dólar. Se o humor do mercado internacional muda, o país vai perceber, no pior momento, o erro da estratégia que adotou para controlar a inflação à custa de todos os demais indicadores da economia: crescimento, câmbio e juros.

Em tempo: os defensores do atual modelo costumam creditar ao descontrole das contas públicas a responsabilidade pelos juros altos. Dizem que o BC não pode reduzir a Selic porque a política fiscal, além de expansionista, não passa confiança ao investidor. Difícil entender, então, por que a instituição inflou em R$ 6,2 bilhões a dívida pública atrelada à Selic, o custo fiscal dos swaps cambiais, se não tem nem intenção (é ele mesmo quem diz) nem capacidade de intervir de forma eficaz no mercado. O argumento também se mostra insustentável quando se lembra que o pagamento de juros é a principal despesa do Orçamento.

[soliani@primeiraleitura.com.br]
Publicado em 31 de janeiro de 2006.

Muito pirão...e pouca farinha

No Informe Econômico do JB de hoje

Com o intenso fluxo comercial e financeiro rumo ao Brasil, os analistas do Pactual prevêem um excesso de dólares no mercado nacional da ordem de US$ 24 bilhões, este ano. Quase a totalidade, acreditam, será absorvida pelo Tesouro Nacional, o que elevará as reservas externas para US$ 73 bilhões, contra os atuais US$ 57 bilhões. É um respeitável colchão de liquidez para os recentes parâmetros brasileiros, mas ainda muito próximo aos níveis pré-crise asiática.

Mas nem tudo são flores no front externo. Christian Stracke, da consultoria americana Credit Sights, destaca em relatório que o investimento estrangeiro direto no Brasil atingiu, no quarto trimestre do ano passado, o patamar mais baixo desde 1995. ''O recuo sugere que há uma grave desconexão entre o crescente otimismo dos que investem em ativos financeiros e aqueles investidores que permanecerão no país depois que a festa acabar'', adverte. Para este ano, o analista espera ingressos de US$ 14 bilhões para o setor produtivo, menos ainda do que os parcos bilhões de 2005.

Estrangeiro traz, num dia, R$ 478 milhões

No informe Econômico do JB de hoje

Até onde vai subir a Bovespa? Esta é a grande interrogação de investidores e analistas, cada vez mais atônitos com o desempenho das ações brasileiras. O fluxo de investimentos estrangeiros bate sucessivos recordes. Só na última sexta-feira, de acordo com dados extra-oficiais, o saldo líquido de ingressos foi de R$ 478,8 milhões, resultado inédito no pregão paulista. Com isso, a entrada de dólares beira R$ 15 bilhões e o superávit no mês de janeiro chega a R$ 2,2 bilhões.

Para se ter idéia da grandeza dessa corrida, em dezembro, de acordo com os últimos números disponíveis, os investimentos estrangeiros diretos (leia-se não-financeiros) somaram US$ 1,4 bilhão, ou R$ 3,2 bilhões. No ano passado, totalizaram US$ 15,2 bilhões (R$ 35 bilhões). No ritmo atual, os recursos destinados à Bolsa de Valores de São Paulo terão superado o ingresso do chamado dinheiro produtivo em 2005 em apenas três meses.

Por que toda essa euforia? É simples, assinalam operadores e analistas. O mercado antecipa no boato e realiza no fato. Traduzindo: vai às compras com a perspectiva de que o país crescerá mais e ganhará avaliações melhores das agências de classificação de risco; e embolsa os lucros quando as notícias positivas se confirmam. Daí as projeções de grandes bancos nacionais e estrangeiros elevando o alvo do Ibovespa para até 52,5 mil pontos, contra os atuais 38 mil. Estimativas impulsionadas pelo histórico desconto dos papéis brasileiros frente aos dos concorrentes de outros países menos turbulentos.

Curiosamente, o pequeno investidor não está assim tão otimista e mostra-se mesmo assustado diante de toda esta empolgação. Do início do ano até o último dia 27, as pessoas físicas tinham retirado, em termos líquidos, R$ 1,1 bilhão da Bovespa. Gato escaldado tem horror à água fria.

Invasão estrangeira

No JB de hoje
Investidores de fora do país já respondem por 34,9% dos negócios na Bovespa e compram R$ 14 bi em ações em janeiro

Rafael Rosas

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começou 2006 turbinada pela presença dos investidores estrangeiros, que este ano - até o dia 30 de janeiro - movimentaram R$ 26,321 bilhões no pregão paulista, dos quais R$ 14,051 bilhões só em compra de ações. Estes investidores, que responderam por 34,9% das operações na bolsa mês passado, são os principais responsáveis pela alta de 14,73% acumulada pelo Ibovespa no primeiro mês do ano. Ontem, o principal índice da bolsa subiu 0,37%, para o novo recorde de 38.382 pontos.

A expectativa de analistas é que o saldo de investimentos estrangeiros na bolsa, que até 26 de janeiro acumulava R$ 1,78 bilhão, siga em trajetória de crescimento, puxado principalmente pela queda do risco país - que segue no piso histórico -, além do fluxo de recursos no mercado internacional e dos preços ainda baixos das ações de empresas brasileiras, quando comparadas às concorrentes em outras bolsas do mundo.

- Os estrangeiros estão aproveitando um momento especial da economia brasileira. A incerteza hoje é muito baixa e o retorno é bem razoável - diz Marco Melo, chefe da área de research da corretora Ágora Sênior.

A forte presença externa no pregão também se reflete nos altos volumes diários negociados. No mês passado, até o dia 30, a média por pregão estava em R$ 2,16 bilhões, quase o dobro dos R$ 1,25 bilhão de janeiro do ano passado. Só na comparação com dezembro de 2005, o volume médio diário cresceu 21,3%. Para se ter uma idéia do crescimento dos negócios, ontem foram negociados R$ 3,058 bilhões na Bovespa.

Melo afirma que, apesar dos seguidos recordes ainda há espaço para uma valorização de cerca de 25% no Ibovespa.

- Caso o cenário externo se mantenha positivo, a bolsa pode atingir 48 mil pontos este ano - afirma.

Projeção ainda mais otimista tem Eduardo Ribeiro, gerente de operações da Fator Corretora. Para ele, a valorização do Ibovespa pode atingir 30%, para cerca de 50 mil pontos. O otimismo é fruto do apetite demonstrado pelos investidores estrangeiros.

- O fluxo estrangeiro e a queda dos juros devem garantir um bom ano para a bolsa. A única questão é como fica lá fora, principalmente em relação à alta de juros nos Estados Unidos - pondera.


Ações rendem mais a investidor

No JB de hoje
Quem investiu no mercado de ações em janeiro não teve do que se arrepender. A alta acumulada pelo Ibovespa, de 14,73%, foi a maior para um único mês desde fevereiro do ano passado, quando o avanço foi de 15,5%. Segundo levantamento feito pela Economática, esse foi o maior ganho da Bolsa paulista no primeiro mês de um ano desde janeiro de 2001 - quando subiu 15,8%. Com isso, os grandes vencedores foram aqueles que apostaram nos fundos FGTS-Petrobras, que até o dia 25 subiram 23,83%. Já os fundos FGTS-Vale do Rio Doce ficaram abaixo do Ibovespa, com rendimento de 12,73% no mesmo período.

Quem optou pelo mais tradicional dos investimentos, o ouro, também não tem do que se queixar. O grama do metal subiu 5,70% no mês passado e deu retorno ao investidor superior ao obtido na renda fixa. Os fundos DI, corrigidos pelas taxas de juros, subiram 1,43%, enquanto o Certificado de Depósito Bancário (CDB) avançou 1,12%.

Os investidores mais conservadores não tiveram boas notícias no mês passado. A caderneta de poupança teve uma leve remuneração de 0,72% em janeiro, o que, descontada a inflação pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), levou a uma perda de 0,18%. Além disso, a poupança fechou o último dia 25 com captação líquida negativa acumulada de R$ 2,7 bilhões no mês.

Pior sorte tiveram os que continuaram guardando dólares. Se em outros anos eleitorais a moeda americana costumava disparar, desta vez a história tem sido diferente. Em janeiro, apesar de todas as compras efetuadas pelo Banco Central, a divisa recuou 4,15%. Ontem, o dólar comercial caiu 0,04%, vendido a R$ 2,215.

Embora reconheçam que o mercado de ações é perigoso, analistas recomendam a aposta em ações de quatro setores: mineração, petróleo, bancos e siderurgia. Em contrapartida, alertam para empresas de telefonia fixa e petroquímicas, que tendem a sofrer com os altos preços do petróleo no mercado internacional.


segunda-feira, janeiro 30, 2006

IBOVESPA volta a subir


Gente não estou acreditando no que vejo. Eu jurava que o mercado iria fazer uma correção mas nada. Sinceramente: não sei onde vai parar. Só vou dizer que o mercado vai cair quando der uns dez sinais de venda. Hoje o IBOVESPA ameaçou cair e voltou a subir de novo fechando em 38.230 pontos com +1,08% de alta. No gráfico Ponto&Figura, em virtude da queda, marcou uma volta que está em azul. A máxima histórica é de 38.750 pontos, que se transformou em resistência e o suporte está em 35.500 pontos. O quê fazer? Comprar não recomendo; vender? Esperar mais uns dois dias. O resto é por conta da liquidez internacional e especulativa. Curso de Gráfico de Barras em SP dias 05 e 06 de4 fevereiro. Informações www.andima.com.br/treinamento
Sucesso.

sexta-feira, janeiro 27, 2006

Dow Jones pode ir mais longe


O índice Dow Jones apresenta as seguintes situações:
1- Indicação de compra no Estocástico (abaixo de 20);
2- Indicação de compra no histograma do MACD;
3- Rompimento de linha de resistência de curto prazo;
4- Resistência na linha 3 da Pá de ventilador;
5 - Bateu em uma linha de suporte (azul) e quicou, indicando força de curto prazo.
Tem espaço para ir até 10.950 pontos.
Isto fará o IBOVESPA caminha até uns 38.500 pontos.
Ressalva se o petróleo subir muito.

O céu é o limite


O IBOVESPA e o Dow Jones tiveram forte alta na quita feira. Parece que IBOVESPA vai buscar 38/38.500 pontos. A inclinação dos preços está muito forte. Ficar de olho nas médias móveis pois elas dirão quando o mercado der a volta.

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Dow Jones indeciso



Dow Jones com jeito de baixa, podendo fazer um retorno. Resistência em 11.100 pontos e Suporte em 10.200 pontos.

Mercado vai ser nervoso na quinta

Feriado no Brasil o pessoal ficou de olho grudado nos mercados americanos. O Dow Jones operou em queda todo o dia mas no fim se recuperou. Há uma divergência de alta o que pode levar a uma recuperação no curto prazo, fazendo um pull back na linha rompida. Alguns papéis caíram por lá; destaque de queda para os ADRs da Vale e da Petrobrás. Na quinta tem depoimento do médico Palloci na CPI do fim do mundo. Palloci vai ter que desmentir o ditado: " dize-me com quem andas e eu te direi quem és". O mercado vai estar nervoso.
Projeções do PIB: Lula/Palloci: 5%; Banco Central :4%; CEPAL: 3,5%; ONU: 3%. Façam suas apostas. Haja coração com tanta previsão biruta. Vejam o gráfico do Dow Jones da quarta. Sucesso.

quarta-feira, janeiro 25, 2006

Errei



Gente que derrapada! Disse que o mercado iria cair e ele subiu. Já sei qual foi meu erro; excesso de confiança. Deixei de levar em consideração o fato de que a Média Móvel dupla 3/5 dias não sinalizou venda. Bom mereço crédito pois tenho acertado bastante. E como é qua fica o IBOVESPA? Vai buscar os 38.000 pontos podendo ir até 38.500. Olho vivo! Meu cavalo desceu as escadas. Sucesso.