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sexta-feira, maio 29, 2009

Bovespa fecha maio com alta de 12,5%, acima dos 53 mil pontos

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o pregão em leve alta nesta sexta-feira (29), garantindo o término de maio acima do patamar dos 53 mil pontos para o fechamento conquistado na véspera.
O índice Ibovespa, referência para o mercado brasileiro, terminou o dia com baixa de 0,37%, aos 53.197 pontos, renovando o maior patamar de fechamento desde meados de setembro, época do pedido de concordata do banco Lehman Brothers, fator tido como estompim do agravamento da crise econômica.
Com o resultado do dia, o Ibovespa fechou o mês de maio com alta de 12,49%. Desde o início de 2009, a alta acumulada pelo índice brasileiro de ações é de 41,67%.

Investidores estrangeiros
O volume financeiro negociado mais uma vez foi forte, de mais de R$ 8,1 bilhões, evidenciando a presença do investidor estrangeiro na bolsa nacional. Nesta sexta-feira, a Bovespa divulgou que o saldo de dinheiro externo em suas negociações já ultrapassa R$ 10 bilhões no ano.
De acordo com o superintendente da Banif Corretora, Raffi Dokuzian, o fluxo de capital estrangeiro continua muito grande para a bolsa brasileira e o Brasil segue como um país atrativo.
Na visão do especialista, muitos investidores estão antecipando resultados corporativos melhores no segundo trimestre e que o país apresentará um desempenho melhor do que outras economias na virada para 2010
"Além do fluxo estrangeiro, outro componente importante para a bolsa tem sido a queda do juro. Nunca se viu uma taxa tão baixa em um momento de crise. A Selic pode chegar a um dígito ainda em junho. Os investidores precisarão mudar as suas aplicações em busca de remunerações maiores e partirem para ativos mais arriscado", afirmou Dokuzian.

Mercado externo
O mercado repercutiu dados divulgados nesta sexta sobre o PIB dos Estados Unidos, que mostram que a retração econômica no primeiro trimestre foi menos pesada do que se imaginava. Os dados revisados apontaram queda de 5,7%, ante a estimativa anterior de 6,1%.
A divulgação do dado final de maio da confiança do consumidor norte-americano apurado pela Universidade de Michigan atuava na ponta positiva ao subir para o maior nível desde setembro de 2008.
Depois de um início instável, as bolsas americanas também apontaram para a valorização. O índice Dow Jones, referência para Wall Street, fechou em alta de 1,15% nesta sexta-feira, enquanto o indicador de ações de tecnologia Nasdaq ganhou 1,29%.

Com informações da Reuters e do Valor OnLine
Análise dos gráficos no sábado.

4 comentários:

rei Investimentos disse...

Senhor Humberto, a tendência da bolsa é de alta como já lhe havia cantando por aqui, os gráfistas em geral estão levando ferro porque só levam em conta os gráficos, e bolsa opera notícias, então, com a melhora econômica clara nos USA a continuar, teremos a bolsa em alta o tempo que for necessário, não importando resistências, bollinger entre outros termos técnicos, apoveitemos porque a tendência do mercado é exarcebar ainda mais a alta, visto que a ganâncias está crescendo nos investidores que estão de fora, eles não vão resistir, 70 mil pontos será pouco, Touros insaciáveis!

Humberto dos Santos disse...

Pessoal mais fanfarrão que em breve vai perder a carteira de R$2000 que tem. Pr pura ignorância de não saber como se formam os preços nas Bolsas. Ô rei de araque, leia umlivro sobre Waren Buffett e vê para de dizer bobagem.

Alex Juventino disse...

Crianças, não briguem, a verdade é que ninguém tem bola de cristal para saber o que vai acontecer, pode tanto bater nos 70 como nos 30, tudo pode acontecer, inclusive nada, agora, a continuar esta melhora, não dúvido de mais nada!

Anônimo disse...

Eu tento buscar uma resposta mais MACRO,porque na verdade não é o Brasil q está melhorando. Está ocorrendo uma MEGA realocação de recursos, os MEGA TUBARõES perceberam q o dolar vair cair e ainflação vai chegar assim transferem milhões para a renda variável, ferro, pet´roleo etc.
Renato Brugger